Hoje eu estou total entediada e sem inspiração, então vai um texto meio antigo, do começo do ano passado, que eu fiz para a Faculdade. Você pode ler mais textos meus em www.marta.preruss.nom.br.

O homem sempre almejou fazer suas tarefas mais rapidamente: sem dúvida, as contas do passado eram longas e precisavam de muito tempo para serem processadas. Assim, as máquinas foram criadas: para agilizar as tarefas humanas mais “chatas” e sobrar mais tempo para tarefas de lazer.

Porém, tanto se evoluíram as máquinas de calcular – gerando outras máquinas – que chegamos em uma era onde se ganha cada vez mais tempo, mas mais tempo para trabalhar.

E o capitalismo colabora e ajuda essa metodologia “workaholic”, gerando máquinas cada vez mais potentes, que “geram tempo” e assim geram conhecimento, que geram máquinas… num ciclo vicioso sem fim.

Interessante é ver como todas essas tecnologias têm uma base tão forte no passado (os cartões perfurados equivalem aos zeros e uns do sistema binário; os transistores de silício substituíram as válvulas, e assim por diante), nos fazendo crer que as tecnologias futuristas, apesar de muito mais avançadas, terão o nosso presente como ponto de referência.

Assim, tal qual a História humana, a História da tecnologia, do computador e das máquinas, está apenas em seu início, e teremos muitas surpresas pela frente.